Ponto de vista

É possível superar lombadas, valetas e buracos sem forçar os amortecedores ou ameaçar a integridade das rodas de liga-leve. Também diminuem as chances de raspar a parte inferior da dianteira no chão.

Por outro lado, fica muito claro que os itens de robustez do CrossFox, com os “estribos” laterais e a grade dianteira reforçada, além dos skid plates, são somente de aparência. Não têm uso prático na terra, e na cidade sua função é destacar-se na paisagem.

Por dentro, o CrossFox entrega itens mais esportivos do que aventureiros, como o volante e os bancos especiais revestidos em couro (como já dito, opcionais). É um habitáculo pensado para oferecer uma posição de dirigir mais alta, quase como uma minivan, gerando uma sensação de “segurança” no trânsito. Descontando o painel minúsculo, que inclui o inadequado conta-giros na vertical e com escala ímpar, os ocupantes são bem tratados.

Sob o capô, o CrossFox traz o motor flex VHT de 1,6 litro, com 101/104 cavalos (gasolina/álcool) de potência e uma excelente curva de torque com pico de 15,6 kgfm já às 2.500 rotações (álcool). É um propulsor adequado para o tamanho e a proposta do carro: garante agilidade na cidade e boas retomadas na estrada, além da necessária força em baixa rotação para o uso off-road. E o câmbio tem a habitual qualidade da caixa MQ 200.

Mas não pise tão fundo: devido à altura, aos pneus e à suspensão, o CrossFox não inspira confiança quando se trata de velocidades mais altas. Não passe de 120 km/h, onde for esse o limite, e seja feliz.

por:Karina

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